O dia 9 de outubro de 2023 foi marcado por uma escalada de violência entre Israel e a Faixa de Gaza, que resultou em centenas de mortes e feridos. O conflito começou quando o grupo Hamas, que controla a Faixa de Gaza, lançou uma série de foguetes contra Israel, em resposta à morte de um líder do grupo em um ataque aéreo israelense. Israel revidou com uma operação militar chamada "Escudo Protetor", que visava destruir as infraestruturas e os alvos do Hamas na Faixa de Gaza.
O ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, ordenou um "cerco total" ao território palestino, impedindo a entrada e a saída de pessoas e bens. Ele também disse que a Faixa de Gaza pagaria um "preço pesado, que vai mudar a realidade de gerações". Segundo fontes militares, Israel estava planejando fazer uma missão por terra na Faixa de Gaza para atacar membros do Hamas e da Jihad Islâmica, outro grupo armado que participa do conflito.
Os ataques aéreos israelenses atingiram vários locais na Faixa de Gaza, incluindo edifícios residenciais, escolas, hospitais, mesquitas e escritórios de mídia. Os foguetes do Hamas também causaram danos e pânico em várias cidades israelenses, como Tel Aviv, Jerusalém e Ashdod. Os sistemas de defesa antimísseis de Israel interceptaram alguns dos foguetes, mas não todos.
O saldo do dia foi trágico: mais de 300 palestinos e 50 israelenses morreram nos ataques, e mais de 900 pessoas ficaram feridas. O conflito é considerado o mais intenso dos últimos nove meses e tem gerado pressão internacional por uma solução pacífica.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu um cessar-fogo imediato e disse que estava "profundamente preocupado com a situação". O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, também expressou sua preocupação e disse que estava em contato com os líderes da região para tentar diminuir as tensões.
Continua a guerra! Resultado do segundo dia assusta pelo número de vítimas.
O conflito entre Israel e o grupo palestino Hamas se agravou nos últimos dias, causando mortes, feridos e destruição em ambos os lados. O que começou como uma escalada de tensão em Jerusalém, onde os palestinos protestavam contra as restrições de acesso à Esplanada das Mesquitas e contra as ordens de despejo de famílias árabes em um bairro da cidade, se transformou em uma guerra aberta que envolveu também o Líbano.
No dia 7 de outubro, o Hamas surpreendeu Israel com um ataque por terra, que se infiltrou no sul do país a partir da Faixa de Gaza, onde o grupo controla o território. Os militantes do Hamas conseguiram invadir várias comunidades israelenses, matando civis e soldados. Israel reagiu com operações terrestres e aéreas para expulsar os invasores e retomar o controle das áreas.
Ao mesmo tempo, o Hamas lançou milhares de foguetes contra Israel, atingindo cidades como Tel Aviv, Jerusalém, Haifa e Beer Sheva. Alguns dos foguetes foram interceptados pelo sistema de defesa antimísseis de Israel, chamado de Cúpula de Ferro, mas muitos conseguiram passar e causar danos e vítimas. Israel respondeu com mísseis e bombardeios na Faixa de Gaza, onde também houve muitas mortes e feridos, além de prédios destruídos.
O conflito se estendeu também à fronteira norte de Israel, onde o grupo libanês Hezbollah, aliado do Hamas, atacou Israel na região do Monte Dov, uma área disputada entre os dois países. Israel respondeu com disparos contra o Líbano, aumentando a tensão na região. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que o país está em guerra e que não vai parar até restaurar a segurança e a tranquilidade dos seus cidadãos. Ele acusou o Hamas de ser uma organização terrorista apoiada pelo Irã e disse que Israel tem o direito de se defender dos ataques.
O Hamas, por sua vez, disse que está lutando pela libertação da Palestina e pela defesa dos seus lugares sagrados em Jerusalém. Ele pediu o apoio dos países árabes e muçulmanos para enfrentar Israel. A comunidade internacional tem expressado preocupação com a situação e tem pedido o fim da violência. O Conselho de Segurança da ONU se reuniu para discutir o assunto, mas não chegou a um consenso sobre uma declaração conjunta.
Os Estados Unidos, que são aliados de Israel, disseram que apoiam o direito de Israel de se defender, mas também pediram moderação e a proteção dos civis. Outros países, como a Rússia, a China, a Turquia e o Irã, condenaram as ações de Israel e pediram o fim da ocupação dos territórios palestinos. O conflito entre Israel e o Hamas é um dos mais antigos e complexos do mundo, com raízes históricas, religiosas e políticas.
As tentativas de paz entre os dois lados têm sido infrutíferas ao longo dos anos, e a situação atual mostra que ainda há muito caminho a percorrer para alcançar uma solução pacífica e duradoura. Segundo as últimas notícias que eu encontrei, o número atualizado de vítimas do conflito é de 913 mortos, sendo 313 em Gaza, 256 em Israel e 344 no Líbano. O número de feridos é de 3.980, sendo 1.990 em Gaza, 1.000 em Israel e 990 no Líbano. Esses números podem mudar à medida que o conflito continua. Espero que tenha sido útil.
Dias atrás o vidente Cigano Iago do Oriente fez previsões para o fim do ano de 2023.
Ajuda a caminho! Países aliados vão ajudar Israel nessa batalha.
Israel é um país do Oriente Médio que enfrenta constantes ameaças e ataques de grupos terroristas como o Hamas, que controla a Faixa de Gaza. Diante dessa situação, Israel conta com o apoio de vários países que reconhecem seu direito à defesa e à existência. Neste texto, vamos analisar quais são esses países e por que eles estão ajudando Israel.
O principal aliado de Israel na região é os Estados Unidos, que mantêm uma relação estratégica e histórica com o país desde sua fundação em 1948. Os Estados Unidos fornecem ajuda militar, econômica e diplomática a Israel, além de vetar resoluções contrárias a seus interesses no Conselho de Segurança da ONU. Os Estados Unidos expressaram seu apoio incondicional a Israel diante dos ataques do Hamas em 2023, afirmando que Israel tem o direito de se defender e que o Hamas deve cessar imediatamente sua agressão.
EUA movem navios de guerra para mais perto de Israel após ataque do Hamas
Outros países ocidentais, como a Comissão Europeia, o Reino Unido, a França e a Alemanha, também manifestaram seu apoio a Israel e condenaram o Hamas pelos ataques com foguetes contra civis israelenses. Esses países defendem uma solução pacífica e negociada para o conflito entre Israel e os palestinos, baseada na coexistência de dois Estados soberanos e democráticos. Eles também oferecem ajuda humanitária aos palestinos e apoiam os esforços de mediação do Egito e da ONU.
Aeronaves americanas também ficam a disposição de Israel
Israel mantém relações diplomáticas plenas e fronteiras abertas com dois de seus vizinhos árabes, Egito e Jordânia, depois de assinar tratados de paz em 1979 e 1994, respectivamente. Esses países têm um papel importante na estabilização da região e na promoção do diálogo entre as partes em conflito. Eles também cooperam com Israel em questões de segurança, comércio, energia e meio ambiente.
Em conclusão, Israel é um país que enfrenta muitos desafios e hostilidades em sua região, mas que conta com o apoio de vários países que reconhecem sua legitimidade e sua necessidade de se proteger. Esses países ajudam Israel de diferentes formas, seja por meio de ajuda material, diplomática ou política. Eles também buscam uma solução pacífica para o conflito entre Israel e os palestinos, respeitando os direitos e as aspirações de ambos os povos.
Surge uma nova guerra! Vidente Cigano Iago do Oriente acerta previsão mais uma vez. Após sofrer ataque covarde Israel declara guerra ao Hamas.
O Hamas é uma organização nacionalista e islamista que atua na Faixa de Gaza, um território palestino ocupado por Israel. O grupo surgiu em 1987, como um braço da Irmandade Muçulmana, e tem como objetivo principal a luta armada contra Israel, que considera um Estado ilegítimo. O Hamas também realiza trabalhos sociais e políticos na região, tendo vencido as eleições legislativas em 2006.
O Hamas é considerado uma organização terrorista por Israel, Estados Unidos, União Europeia e outros países, que impõem sanções financeiras e diplomáticas ao grupo. O Hamas não reconhece a existência de Israel e se recusa a aceitar as condições propostas pela comunidade internacional para uma solução pacífica do conflito, como renunciar à violência e respeitar os acordos anteriores.
O Hamas é parte de uma aliança regional que inclui o Irã, a Síria e o Hezbollah, um grupo islâmico xiita do Líbano, que se opõem à política dos EUA e de Israel no Oriente Médio. O grupo possui um braço armado chamado Brigadas Izz ad-Din al-Qassam, que realiza ataques com foguetes, bombas e homens-bomba contra alvos israelenses. O Hamas também enfrenta a resistência do Fatah, outro movimento nacionalista palestino que controla a Cisjordânia e é mais moderado em relação a Israel.
O Hamas está envolvido em uma nova escalada de violência com Israel desde o início de outubro de 2023, quando lançou uma ofensiva sem precedentes com mais de 2 mil mísseis contra várias cidades israelenses, inclusive Tel Aviv.
O ataque foi uma resposta à repressão israelense aos protestos palestinos na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, que são motivados pela expansão dos assentamentos judaicos e pela restrição ao acesso dos muçulmanos à Esplanada das Mesquitas, um local sagrado para o islã. Israel reagiu com bombardeios aéreos e terrestres contra a Faixa de Gaza, causando centenas de mortes e feridos entre civis e combatentes de ambos os lados. A ONU pediu o fim imediato da violência e a retomada das negociações de paz.
Vidente Cigano Iago do Oriente acerta mais uma previsão.
A Oktoberfest Blumenau é uma das maiores festas alemãs das Américas, que acontece todos os anos na cidade de Blumenau, em Santa Catarina. A festa celebra a cultura, a gastronomia e a música germânica, atraindo milhares de visitantes de todo o Brasil e do mundo. A 38ª edição da Oktoberfest Blumenau estava prevista para ocorrer entre os dias 4 e 22 de outubro de 2023, mas foi suspensa por conta das fortes chuvas que atingem o estado.
As chuvas volumosas causaram alagamentos, deslizamentos e estragos em várias cidades catarinenses, colocando em risco a segurança dos moradores e dos turistas. A prefeitura de Blumenau decidiu cancelar o desfile de abertura da festa, que seria realizado na quinta-feira (5), e suspender a celebração nos pavilhões da Vila Germânica, onde ocorrem os shows, as danças e as comidas típicas. A decisão foi tomada após a previsão de que o rio Itajaí-Açu poderia transbordar e provocar uma enchente na cidade.
A prefeitura informou que a suspensão é temporária e que o evento deve retornar na próxima semana, quando as condições climáticas melhorarem. Além disso, a prefeitura destacou que irá estender o calendário da festa, que agora vai terminar em 29 de outubro, uma semana após o cronograma inicial. A medida visa compensar os dias perdidos e garantir a diversão dos participantes.
A Oktoberfest Blumenau é um evento tradicional e importante para a economia e o turismo da região. A festa gera empregos, renda e movimenta o setor hoteleiro, gastronômico e cultural. Por isso, muitas pessoas lamentaram a situação nas redes sociais e manifestaram apoio aos organizadores e aos moradores afetados pelas chuvas. A expectativa é que a festa possa ser retomada em breve e que os visitantes possam aproveitar a Oktoberfest Blumenau com segurança e alegria.
Bomba! Investigações sugerem que acidente que matou o líder do grupo Wagner pode ter sido causado.
Fragmentos de granadas foram encontrados nos corpos dos passageiros do avião de Prigozhin, revela Putin. Chefe de Estado da Rússia sugeriu que próprios ocupantes foram os responsáveis pelo acidente que ocasionou suas mortes. O acidente de perigozin foi uma tragédia aérea que ocorreu na Rússia em 23 de agosto de 2023, quando um avião executivo da Embraer caiu na região de Tver, a cerca de 180 km de Moscou, matando as dez pessoas a bordo.
Entre as vítimas estava Yevgeny Prigozhin, o líder do grupo mercenário Wagner, que atua em conflitos internacionais a serviço do governo russo. O avião, um modelo Embraer Legacy 600, pertencia a uma das empresas de Prigozhin e estava voando de Moscou para São Petersburgo. Segundo dados de rastreamento da plataforma Flightradar24, o avião não apresentou problemas até os últimos 30 segundos de voo, quando fez uma descida vertical repentina, após uma série de subidas e descidas de alguns milhares de pés.
Um vídeo publicado nas redes sociais mostra o momento da queda do avião, seguido de uma grande explosão e uma nuvem de fumaça.
As causas do acidente ainda são desconhecidas e estão sendo investigadas pela Agência Federal de Transporte Aéreo da Rússia (Rosaviatsiya), sob o Artigo 263 do Código Penal, que regula a segurança do tráfego e das operações do transporte aéreo russo. Uma das hipóteses é que o avião tenha sido abatido pelas Forças Armadas russas, conforme afirmaram participantes do canal do Telegram Grey Zone, ligado ao Grupo Wagner.
Outra possibilidade é que o avião tenha colidido com outro objeto no ar, como ocorreu em 2006 com outro avião da Embraer, que bateu em um Boeing 737-800 da Gol. Prigozhin era considerado um dos homens mais influentes e misteriosos da Rússia, apelidado de "chefão" por sua proximidade com o presidente Vladimir Putin. Ele era dono de várias empresas, incluindo uma rede de restaurantes e uma empresa de catering que fornecia alimentos para o Kremlin.
Ele também era acusado de financiar e coordenar o Grupo Wagner, um grupo paramilitar que atuava em países como Síria, Líbia, Ucrânia e República Centro-Africana, defendendo os interesses geopolíticos da Rússia. Prigozhin também era alvo de sanções dos Estados Unidos e da União Europeia por sua suposta interferência nas eleições americanas de 2016.
A morte de Prigozhin representa um duro golpe para o governo russo e para o Grupo Wagner, que perde seu principal líder e financiador. Ainda não se sabe quem irá substituí-lo no comando do grupo mercenário, nem quais serão as consequências do acidente para as relações internacionais da Rússia.
Trump encurralado! Ex presidente dos Estados Unidos da América pode estar enfrentando seu maior desafio.
Sempre é bom lembrar, que assim como Bolsonaro aqui no Brasil, lá Trump também enfrenta "perseguição" da mídia e do governo. Coloco o termo "Perseguição" entre aspas porque não é perseguição se for verdade. E claro, não é muito inteligente dizer esse tipo de coisa assim, dito isto, vamos ao que interessa.
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enfrenta um dos maiores desafios de sua carreira política e empresarial: um julgamento por fraude em Nova York, que pode levá-lo à prisão e à falência. O motivo dessa acusação é que ele teria inflado o valor de seus ativos imobiliários para obter empréstimos e seguros mais vantajosos, enganando bancos, seguradoras e autoridades fiscais. Essa prática é considerada um crime de falsidade ideológica e pode resultar em até 15 anos de prisão.
O caso começou em 2018, quando o advogado pessoal de Trump, Michael Cohen, se declarou culpado de vários crimes, incluindo violações das leis de financiamento de campanha. Em seu depoimento ao Congresso, ele afirmou que Trump manipulava seus registros financeiros para se beneficiar em diferentes situações. Por exemplo, ele aumentava o valor de seus imóveis quando queria obter crédito ou impressionar investidores, e diminuía quando queria pagar menos impostos ou indenizações.
A partir dessa revelação, a procuradora-geral de Nova York, Letitia James, iniciou uma investigação civil sobre as Organizações Trump, que depois se tornou uma investigação criminal. Ela contou com a colaboração do promotor distrital de Manhattan, Cyrus Vance Jr., que também abriu uma investigação criminal sobre Trump e seus negócios.
Ambos obtiveram acesso às declarações de imposto de renda de Trump, que ele se recusava a divulgar publicamente, alegando estar sob auditoria. Em julho de 2021, eles anunciaram a primeira denúncia contra as Organizações Trump e seu diretor financeiro, Allen Weisselberg, por um esquema de sonegação fiscal que envolvia o pagamento de benefícios não declarados aos funcionários, como carros, apartamentos e escolas particulares. Weisselberg se declarou inocente e permaneceu leal a Trump.
Em setembro de 2021, eles anunciaram a segunda denúncia contra Trump, seus filhos Ivanka, Donald Jr. e Eric, e outros executivos das Organizações Trump, por fraudar bancos e seguradoras ao inflar o valor de seus ativos imobiliários.
Eles citaram como exemplos o edifício Trump Tower em Manhattan, o resort Trump National Doral na Flórida e o campo de golfe Seven Springs em Westchester. O julgamento começou na segunda-feira, 2 de outubro de 2023, e deve durar até 22 de dezembro do mesmo ano. Trump nega as acusações e diz que se trata de uma "caça às bruxas" política.
Ele também enfrenta outro processo por conspirar para mudar o resultado das eleições de 2020, que ele perdeu para Joe Biden. Esse julgamento está marcado para 4 de março de 2024, um dia antes da "Superterça", quando vários estados realizam suas primárias para escolher os candidatos à presidência. Trump é pré-candidato pelo Partido Republicano e pode concorrer mesmo sendo réu em vários processos.
Boicote a Tarcísio de Freitas! Sindicatos organizam greve contra privatização.
A greve do metrô em São Paulo é um movimento dos trabalhadores do setor de transporte público contra os planos de privatização das companhias de transporte e de saneamento do governo estadual. A greve começou nesta terça-feira (03/10) e deve durar 24 horas.
A greve afeta quatro linhas do metrô (1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata) e cinco linhas da CPTM (7-Rubi, 10-Turquesa, 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade). As linhas 4-Amarela e 5-Lilás do metrô funcionam normalmente. A greve do metrô em São Paulo tem um grande impacto na vida da população, que depende desse meio de transporte para se locomover na cidade.
Segundo dados da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), cerca de 4,5 milhões de pessoas usam o metrô diariamente. Com a greve, essas pessoas enfrentam dificuldades para chegar ao trabalho, à escola, ao médico ou a qualquer outro compromisso. Muitas pessoas optam por usar outros meios de transporte, como ônibus, táxis, aplicativos ou carros particulares, mas isso aumenta o trânsito e a poluição na cidade. Além disso, esses meios de transporte são mais caros e menos seguros do que o metrô.
A greve do metrô em São Paulo também afeta outros setores da sociedade, como a educação, a saúde e a economia. A greve causou a suspensão das aulas nas escolas estaduais, prejudicando o aprendizado dos alunos. A greve também causou a suspensão das consultas médicas na rede pública, afetando a saúde dos pacientes. A greve ainda provocou prejuízos para o comércio e a indústria, que tiveram queda nas vendas e na produção.
A greve do metrô em São Paulo, ao que parece, não tem haver com os direitos dos trabalhadores, que reivindicam melhores condições de trabalho e de salário. Porém, a greve também é um problema para a população, que sofre com as consequências da paralisação do serviço essencial. Por isso, é importante que haja um diálogo entre o governo e os sindicatos para buscar uma solução pacífica e rápida para o conflito.
A semana política no Brasil foi marcada por acontecimentos importantes no governo, no Congresso e no Judiciário. Entre os destaques, estão:
- A cirurgia do presidente Lula no quadril, que o fez cancelar sua agenda de viagens e provocou uma onda de memes nas redes sociais sobre o protagonismo de sua esposa, Janja. Segundo a equipe médica, Lula se recupera bem e já caminha e realiza sessões de fisioterapia.
- A aprovação pelo Senado do marco temporal para a demarcação de terras indígenas, que estabelece que os povos originários só terão direito à terra se estiverem ocupando-a na data da promulgação da Constituição de 1988. A proposta, que ainda precisa ser votada pela Câmara, é criticada por entidades indígenas e ambientalistas, que a consideram um retrocesso.
- A prisão pela Polícia Federal de uma bolsonarista suspeita de participar dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro, quando manifestantes invadiram o prédio do Supremo Tribunal Federal (STF) e fizeram ameaças aos ministros. A mulher foi detida no Paraguai e será extraditada para o Brasil.
- A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de negar um recurso da defesa do presidente Jair Bolsonaro contra a sua inelegibilidade por ter recebido doações ilegais na campanha de 2018. A defesa vai recorrer ao STF, que terá a palavra final sobre o caso.
- A manutenção pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) da conta de luz sem cobrança extra em outubro, apesar da crise hídrica que afeta o país. A medida visa aliviar o bolso dos consumidores e evitar um racionamento de energia, mas depende da melhora das condições climáticas nos próximos meses.
- A assinatura pelo presidente Lula de um decreto que cria o Concurso Nacional Unificado, uma prova única para o ingresso em todas as universidades federais do país. O objetivo é democratizar o acesso ao ensino superior e reduzir os custos com vestibulares.
- A posse do ministro Luís Roberto Barroso na presidência do STF, prevista para a próxima quinta-feira (5). Barroso assume o cargo em meio a uma tensão entre o Judiciário e o Congresso, que discute uma proposta de emenda constitucional (PEC) que permite a derrubada de decisões monocráticas dos ministros do STF. Barroso defende o diálogo entre os Poderes e estuda mudar o regimento interno do STF para que as ações penais voltem para as turmas do tribunal.
O inverno mais quente da história: causas e consequências.
O inverno é a estação do ano em que as temperaturas são mais baixas, mas isso não significa que o frio seja igual em todas as partes do mundo. Dependendo da localização geográfica, o inverno pode ser mais rigoroso ou mais ameno, com neve ou sem neve, com chuva ou sem chuva. No entanto, nos últimos anos, o inverno tem se tornado cada vez mais quente em muitas regiões do planeta, batendo recordes de temperatura e alterando o clima e o meio ambiente.
Mas por que o inverno está mais quente? Quais são as causas desse fenômeno? E quais são as consequências para a natureza e para a humanidade? Essas são algumas perguntas que muitas pessoas se fazem diante das mudanças climáticas que estamos vivenciando. Uma das principais causas do aquecimento do inverno é o aumento da concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, como o dióxido de carbono, o metano e o óxido nitroso.
Esses gases são emitidos principalmente pela queima de combustíveis fósseis, como o petróleo, o carvão e o gás natural, usados para gerar energia, transporte e indústria. Eles também são liberados pela agropecuária, pelo desmatamento e pelas queimadas. Esses gases formam uma camada que impede que parte do calor do sol seja refletido de volta para o espaço, aumentando a temperatura da superfície terrestre.
Até agora o presidente e o governo federal não tem feito nada sobre isso. Outra causa do aquecimento do inverno é a variação dos fenômenos naturais que influenciam o clima, como o El Niño e a La Niña. O El Niño é um aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico, que provoca alterações na circulação dos ventos e das chuvas em escala global. A La Niña é o resfriamento das águas do Pacífico, que tem efeitos opostos ao El Niño.
Esses fenômenos ocorrem de forma cíclica, mas têm se tornado mais intensos e frequentes devido ao aquecimento global. As consequências do inverno mais quente são diversas e preocupantes. Uma delas é a redução da cobertura de gelo nos polos e nas montanhas, que afeta a biodiversidade, o nível do mar e o equilíbrio térmico do planeta. O derretimento do gelo também libera mais gases de efeito estufa que estavam presos no solo congelado, criando um ciclo vicioso de aquecimento.
Outra consequência é a alteração dos padrões de precipitação, que pode causar secas ou enchentes em diferentes regiões. A falta ou o excesso de água pode comprometer a produção agrícola, a segurança alimentar, a saúde humana e a qualidade de vida das populações. Além disso, as mudanças climáticas podem favorecer a propagação de doenças transmitidas por vetores, como a dengue, a malária e a febre amarela.
Diante desse cenário, é urgente que se tomem medidas para mitigar os efeitos do aquecimento do inverno e para se adaptar às novas condições climáticas. É preciso reduzir as emissões de gases de efeito estufa, investir em fontes de energia renováveis e limpas, promover o uso racional dos recursos naturais, preservar as florestas e os ecossistemas, incentivar a educação ambiental e a conscientização da sociedade. Somente assim poderemos garantir um futuro sustentável para as próximas gerações.
Vidente Cigano Iago do Oriente acerta previsão terrível! Nova Iorque debaixo de água.
Nova Iorque enfrenta uma situação crítica após ser atingida por chuvas torrenciais que causaram inundações e paralisações em várias partes da cidade. A governadora de Nova Iorque, Kathy Hochul, declarou estado de emergência para lidar com a situação, que já é considerada a pior desde a tempestade Ida, em 2021.
As chuvas afetaram o funcionamento do metrô de Nova Iorque, que teve que retirar água dos trilhos nas estações de Brooklyn e Manhattan. O aeroporto de La Guardia também anunciou que todos os acessos ao Terminal A estavam fechados. Muitos veículos foram abandonados em rodovias alagadas e algumas pontes foram interditadas.
As inundações também causaram danos aos imóveis e aos bens dos moradores da cidade. Muitos apartamentos ficaram inundados, com água entrando pelas janelas, portas e ralos. Algumas pessoas tiveram que ser resgatadas pelos bombeiros ou pelos vizinhos. Cascatas de água jorraram de prédios e estações de metrô, criando cenas impressionantes.
As chuvas também trouxeram riscos à saúde e à segurança dos nova-iorquinos. A água pode estar contaminada por esgoto, lixo ou substâncias químicas. Além disso, a água pode provocar curtos-circuitos, incêndios ou choques elétricos. Algumas pessoas relataram ter visto ratos nadando nas ruas alagadas.
Segundo as notícias, este foi o dia mais chuvoso na cidade desde a tempestade Ida, em 2021, que também provocou estragos na região. Este mês de setembro já é o mais chuvoso dos últimos 140 anos na cidade, com um acumulado de 343 mm de chuva. Os especialistas atribuem esse fenômeno às mudanças climáticas, que tornam os eventos extremos mais frequentes e intensos.
A cidade de Nova Iorque está enfrentando um desafio enorme para se recuperar dos efeitos das chuvas torrenciais. A governadora Hochul pediu aos moradores que ficassem em casa e evitassem as áreas alagadas. Ela também prometeu destinar recursos para ajudar as vítimas e restaurar os serviços essenciais.
Barroso tenta apaziguar clima com o congresso. Ele assume sob a ameaça de uma PEC que limita o atual poder da corte.
A Suprema Corte do Brasil tem um novo presidente: o ministro Luís Roberto Barroso, que assumiu o cargo nesta quinta-feira, 28 de setembro de 2023, em uma cerimônia que reuniu as principais autoridades do país. Barroso é o 63º presidente do STF e ficará no posto até 2025, quando será substituído pelo ministro Edson Fachin, que será o seu vice.
Barroso é considerado um dos ministros mais progressistas e atuantes do tribunal, tendo sido relator de casos emblemáticos, como a descriminalização do porte de drogas para uso pessoal, a legalização do aborto em casos de anencefalia fetal e a autorização para a realização de biografias não autorizadas. Ele também se destacou na defesa dos direitos humanos, da democracia e do combate à corrupção.
Em seu discurso de posse, Barroso ressaltou a importância do STF como guardião da Constituição e dos valores republicanos, como a separação dos poderes, o respeito às minorias e a proteção do meio ambiente. Ele também fez um apelo pela harmonia entre os poderes e pela superação das crises sanitária, econômica e social que o país enfrenta. Barroso é natural de Vassouras (RJ) e tem uma sólida formação acadêmica, com doutorado em direito público pela Uerj e pós-doutorado em Harvard.
Ele é professor titular de direito constitucional na Uerj e autor de diversos livros e artigos sobre temas jurídicos. Ele foi indicado ao STF pela ex-presidente Dilma Rousseff em 2013, após uma longa carreira como advogado e procurador do Estado do Rio de Janeiro.
A posse de Barroso marca uma nova fase na história do STF, que terá pela frente grandes desafios e responsabilidades. O novo presidente terá que conduzir o tribunal com equilíbrio, independência e diálogo, buscando sempre fortalecer a democracia e a justiça no Brasil.
Vidente Cigano Iago do Oriente prevê coisas impressionantes. Acompanhe a seguir.