21/06/2024

SERÁ DEClSlVO! Bolsonaro Alinhou Plano, Vidente Cigano Gritou | 21/06/2024

Bolsonaro, Tarcísio e Nunes Alinham Estratégias Eleitorais em Jantar Decisivo.

Em um movimento estratégico para as próximas eleições municipais de São Paulo, o ex-presidente Jair Bolsonaro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o prefeito da capital, Ricardo Nunes, estão organizando um jantar que promete ser um ponto de convergência para lideranças políticas e partidárias. O evento, marcado para os próximos dias, visa discutir a composição da chapa que concorrerá à prefeitura da cidade, com um foco particular na escolha do vice-prefeito. 

A iniciativa, coordenada pelos três políticos, busca consolidar uma aliança robusta que possa garantir a vitória nas urnas em um cenário político cada vez mais competitivo. Tarcísio de Freitas, que tem se destacado por sua gestão à frente do governo estadual, vê no encontro uma oportunidade de fortalecer sua base de apoio e de influenciar positivamente na escolha do vice-prefeito de Ricardo Nunes. O governador tem mantido um discurso alinhado com as propostas de desenvolvimento e melhoria da infraestrutura da cidade, pontos que ele acredita serem fundamentais para manter a confiança do eleitorado paulistano. "Precisamos de uma chapa que represente os anseios da população, focada em resultados concretos para a cidade", afirmou Tarcísio em recente entrevista.


Ricardo Nunes, por sua vez, está empenhado em garantir que sua administração seja vista como eficiente e voltada para o bem-estar dos cidadãos. O prefeito de São Paulo tem trabalhado para construir uma coalizão que lhe permita não apenas concluir com êxito o seu atual mandato, mas também pavimentar o caminho para uma possível reeleição. A escolha do vice é, portanto, um passo crucial para assegurar uma governança estável e coerente com suas políticas públicas. "Este jantar é uma oportunidade de fortalecer alianças e assegurar que São Paulo continue avançando", destacou Nunes. 

A presença de Jair Bolsonaro no jantar é vista como um movimento estratégico para ampliar sua influência no cenário político local. O ex-presidente, que mantém uma base de apoio considerável em São Paulo, busca usar sua popularidade para moldar a corrida eleitoral em favor de seus aliados. Bolsonaro tem sido um defensor de políticas conservadoras e sua participação no evento sinaliza uma tentativa de consolidar um bloco político que possa fazer frente aos candidatos de oposição nas eleições municipais. "A união de forças é essencial para garantir uma administração que realmente represente os interesses dos paulistanos", comentou Bolsonaro.


O jantar representa um esforço concertado para solidificar uma base eleitoral que possa resistir às pressões das forças de oposição. Ela argumenta que a escolha do vice-prefeito será um indicativo claro das prioridades políticas da chapa. "A decisão sobre o vice será crucial para definir a direção da campanha e o tipo de administração que podemos esperar caso Nunes seja reeleito", a importância de uma coalizão que seja tanto funcional quanto representativa dos interesses locais. 

A movimentação dos três políticos demonstra uma estratégia bem articulada para garantir uma vantagem competitiva nas próximas eleições. Ele aponta que o jantar é mais do que um evento social; é uma plataforma para a negociação e o fortalecimento de alianças políticas que podem determinar o futuro da governança em São Paulo. "Este encontro é um sinal claro de que as articulações para as eleições municipais estão a todo vapor e que os líderes estão buscando consolidar uma frente unida".

Este jantar, portanto, simboliza uma fase crítica de planejamento e cooptação política, com Tarcísio de Freitas, Ricardo Nunes e Jair Bolsonaro buscando estabelecer uma chapa eleitoral forte e coesa para enfrentar os desafios futuros da cidade de São Paulo.

Enquanto isso no cenário Europeu o vidente Cigano Iago do oriente acertou a previsão e a direita foi a grande vencedora. Em contra partida Vladimir Putin agiu rápido e foi até a Coréia do Norte fechar um acordo de cooperação mútuo.

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20/06/2024

PREPARE-SE! Perdeu o controle e vai ter "G CIVIL" París França, Vidente Cigano Gritou | 20/06/2024

Olimpíadas em meio ao caos! França em crise política, situação não é favorável!

Os líderes do G7 manifestaram apoio unânime à proposta da França de estabelecer uma trégua global durante os Jogos Olímpicos de Paris em 2024. O pedido francês, que visa uma pausa nos conflitos ao redor do mundo durante o evento, foi destacado no comunicado final da reunião do grupo, conforme informou a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni neste sábado (15). 

A proposta de trégua olímpica, tradicionalmente associada aos ideais de paz e união entre as nações, foi recebida com entusiasmo pelos líderes das principais economias do mundo. Paris sediará os Jogos Olímpicos de Verão de 26 de julho a 11 de agosto de 2024, seguidos pelos Jogos Paraolímpicos, de 28 de agosto a 11 de setembro. O apelo para uma trégua durante esse período reflete a intenção de criar um ambiente de paz e colaboração global, promovendo os valores olímpicos e oferecendo um momento de respiro e reflexão em meio às tensões políticas e militares que persistem em diversas regiões do planeta.


O comunicado final do G7 encoraja todos os países a observarem a Trégua Olímpica, tanto individual quanto coletivamente. "Foi um pedido francês, um bom pedido, foi incluído por unanimidade", disse Giorgia Meloni, presidente do G7, durante sua última conferência de imprensa no luxuoso resort no sul da Itália. A primeira-ministra ressaltou a importância de tal iniciativa, destacando que a trégua olímpica representa não apenas um gesto simbólico, mas também uma oportunidade concreta para promover a paz e o diálogo internacional. A trégua olímpica tem raízes na Grécia antiga, onde era estabelecida para garantir a passagem segura dos atletas e espectadores aos Jogos. Nos tempos modernos, a ONU e o Comitê Olímpico Internacional têm buscado reviver essa tradição, apelando para cessar-fogos temporários e a resolução pacífica de conflitos durante os Jogos. O apoio do G7 à proposta francesa reafirma o compromisso das nações mais poderosas do mundo com a promoção da paz e da segurança global, mesmo que apenas por um breve período.


A aceitação unânime do pedido francês pelo G7 reflete um reconhecimento coletivo da importância dos Jogos Olímpicos como um evento que transcende as diferenças nacionais e culturais, promovendo a união e a compreensão mútua. No entanto, a eficácia da trégua olímpica dependerá da adesão e cooperação de todas as nações, especialmente aquelas envolvidas em conflitos ativos. Espera-se que este apelo inspire ações concretas que vão além das palavras, incentivando líderes mundiais a buscar soluções pacíficas e duradouras para os desafios globais. Em um momento em que o mundo enfrenta crises diversas, desde conflitos armados até desastres humanitários, a trégua olímpica proposta pelos líderes do G7 para os Jogos de Paris 2024 oferece um vislumbre de esperança e um convite à cooperação internacional. Resta saber se essa iniciativa se traduzirá em uma pausa significativa nos confrontos e em um passo adiante rumo a um futuro mais pacífico e harmonioso.

No vídeo a seguir o Vidente Cigano Iago do oriente fala sobre a reunião do G20. As tensões aumentam, veja novas previsões no vídeo a seguir.

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19/06/2024

VIDENTE CIGANO TINHA RAZÃO | GOVERNO LULA É UM FRACASS0 | 19/06/2024

Decisões Econômicas de Lula Geram Incerteza e Críticas Generalizadas.

Nas últimas semanas, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrentou críticas severas por decisões econômicas que geraram considerável incerteza no cenário nacional. Apaixonado por futebol e frequentemente utilizando metáforas esportivas para ilustrar as realizações de seu governo, Lula viu seu plano econômico ser comparado a uma "bola fora" com a polêmica Medida Provisória 1227, que foi amplamente criticada e rapidamente apelidada de "MP do Fim do Mundo". 

A medida propôs limitar os créditos tributários do PIS e da Cofins, dois impostos significativos para as empresas, causando alvoroço entre empresários e advogados de todo o país. A Medida Provisória 1227 foi publicada pelo governo federal sem aviso prévio, pegando de surpresa milhares de empresários que acordaram na terça-feira, 4 de junho, sob a ameaça de um confisco potencialmente bilionário nas contas de suas empresas. De maneira simplificada, a MP restringia o uso de créditos tributários, impactando diretamente o fluxo de caixa das empresas e, consequentemente, elevando os custos operacionais. Essa mudança abrupta e inesperada provocou uma reação imediata de advogados e entidades setoriais que se mobilizaram para contestar a decisão, apontando os prejuízos potencialmente devastadores para o setor empresarial e a economia como um todo.


A reação negativa foi rápida e intensa, com críticos destacando que a medida não só abria um enorme buraco no caixa das empresas, mas também provocaria um aumento de preços para os consumidores, à medida que as empresas repassassem os custos adicionais. Embora o governo tenha tentado vender a medida como parte de um esforço para equilibrar as contas fiscais — chamando-a de "MP do Equilíbrio Fiscal" —, a percepção pública foi bem diferente. 

A MP logo se tornou conhecida como "MP do Fim do Mundo", refletindo a visão generalizada de que a medida era desastrosa para a economia brasileira. Para as empresas, a medida representou um choque. Mas, para o país, as implicações foram ainda mais amplas, afetando a percepção de risco em várias frentes, incluindo contas públicas, inflação, taxa de juros e câmbio. Esse episódio gerou uma crise de confiança na gestão econômica do governo e levantou sérias dúvidas sobre a capacidade do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de conduzir a economia de forma estável e previsível. A incerteza gerada por essas decisões trouxe à tona questões críticas sobre o futuro econômico do Brasil sob a administração atual.


O barulho gerado pela medida foi tão grande que sua vida útil acabou sendo curta. Em menos de uma semana, na terça-feira seguinte, 11 de junho, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, anulou a medida provisória e a devolveu ao Executivo. As Medidas Provisórias são um instrumento legislativo destinado a ações emergenciais e, normalmente, entram em vigor imediatamente, mesmo sem a aprovação prévia do Congresso. No entanto, a pressão pública e a reação negativa foram tão intensas que Pacheco não teve outra escolha senão usar o poder de impugnação, um recurso raro na história recente da política brasileira. 

A crise gerada pela Medida Provisória 1227 expôs não apenas a fragilidade das decisões econômicas do governo Lula, mas também a falta de comunicação e planejamento na formulação de políticas públicas. A rejeição da MP pelo setor produtivo e pelo Legislativo colocou em xeque toda a estratégia econômica do governo, evidenciando a necessidade de uma abordagem mais cuidadosa e responsável na condução da política fiscal. Com a economia brasileira enfrentando desafios significativos, a incerteza gerada por essas trapalhadas legislativas só serve para minar ainda mais a confiança dos investidores e da população na capacidade do governo de gerenciar a economia de forma eficaz.

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18/06/2024

MOTlVO ANUNClADO! Governo em Silêncio, Vidente Cigano Gritou | 18/06/2024

A Incoerência de Lula Sobre o Aborto: Entre a Retórica e a Ação.

Em um cenário político sempre marcado por contradições, a recente declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o aborto adiciona mais uma camada de complexidade ao seu histórico. Durante uma entrevista em Puglia, Itália, onde participa da Cúpula do G7, Lula afirmou ser contra o aborto, mas chamou o projeto de lei que equipara a interrupção da gravidez ao crime de homicídio de uma "insanidade". Essa posição aparentemente ambígua expõe uma incoerência que precisa ser analisada com mais profundidade, especialmente considerando o contexto de seu partido, que defende uma abordagem mais liberal em relação ao tema. 

Lula, ao afirmar sua oposição ao aborto, tenta posicionar-se como um líder sensível às questões éticas e morais, refletindo sua experiência pessoal como pai e avô. Ele declarou ter cinco filhos, oito netos e uma bisneta, enfatizando sua perspectiva pessoal contrária à prática. No entanto, ele também reconheceu que o aborto é uma realidade no Brasil e que deve ser tratado como uma questão de saúde pública. Essa dualidade de discurso pode ser vista como uma tentativa de equilibrar uma postura ética pessoal com uma necessidade pragmática de políticas públicas.


O Partido dos Trabalhadores (PT), ao qual Lula é afiliado, tem uma posição clara e favorável à descriminalização do aborto. O partido defende que a interrupção voluntária da gravidez deve ser uma escolha da mulher, assegurada e regulamentada pelo sistema de saúde pública. Essa discrepância entre a posição oficial do PT e a declaração pessoal de Lula gera um conflito de imagem e posicionamento que confunde tanto apoiadores quanto opositores. 

É uma incoerência que pode minar a confiança pública na liderança de Lula e na consistência das políticas de seu governo. A postura de Lula também contrasta com a recente decisão da Câmara dos Deputados de aprovar a urgência para o Projeto de Lei 1904, que visa endurecer as penas para a prática do aborto após 22 semanas de gestação. O presidente criticou o projeto, classificando-o como uma tentativa de punir de forma desproporcional as mulheres, em vez de focar na proteção e no respeito às vítimas de estupro. No entanto, não ficou claro como o governo pretende agir em relação a este projeto, deixando uma lacuna de liderança que precisa ser preenchida com uma política clara e coerente.


Ao afirmar que não acompanhou os debates intensamente por estar no exterior, Lula parece se distanciar das responsabilidades diretas sobre uma questão crucial que afeta milhares de mulheres no Brasil. Essa atitude de "desconhecimento" pode ser vista como uma estratégia para evitar confrontos diretos ou comprometer-se com uma posição definitiva que poderia alienar segmentos significativos de sua base eleitoral. No entanto, essa abordagem evasiva não atende à urgência de um debate público fundamentado e à necessidade de políticas claras e efetivas. 

A incoerência de Lula em relação ao aborto expõe uma tensão interna entre sua postura pessoal e a agenda progressista de seu partido. Essa discrepância levanta questões sobre a capacidade do governo de liderar de forma eficaz em questões de saúde pública e direitos das mulheres. Para resolver essa contradição, Lula e seu governo precisam adotar uma posição clara e sustentada que alinhe suas ações com os princípios que professam. Sem isso, o discurso de Lula sobre o aborto continuará a ser percebido como uma tentativa de equilibrar os interesses políticos, em vez de uma abordagem sincera e comprometida com o bem-estar público.

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17/06/2024

B0MBA! Governo Precisa ser Parado, Vidente Cigano Ver Algo Grande | 17/06/2024

Medida Provisória de Lula Gera Crise e Aumenta Incerteza na Economia.

O governo do presidente Lula tem se destacado recentemente por uma série de decisões econômicas que aumentam a incerteza e prejudicam a confiança dos empresários no Brasil. Um exemplo notável é a Medida Provisória 1227, conhecida popularmente como "MP do Fim do Mundo". Esta MP, que restringia o uso de créditos tributários do PIS e da Cofins, foi publicada sem aviso prévio, gerando um verdadeiro pânico entre empresários que se viram subitamente ameaçados por um confisco bilionário. A reação foi rápida e intensa, com advogados e entidades setoriais alertando para os potenciais prejuízos, incluindo aumentos de preços e uma redução no caixa das empresas. 

O impacto da MP foi sentido imediatamente, provocando um aumento na percepção de risco em relação às contas públicas, inflação, taxa de juros e câmbio. A reação negativa foi tão forte que questionou-se a competência do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e aumentou-se a desconfiança em relação à condução econômica do governo Lula. A medida foi vista como um erro grave que colocou em risco a estabilidade econômica do país e gerou sérias dúvidas sobre a eficácia da equipe econômica do presidente.


A resposta veio rápido. Na semana seguinte à publicação da MP, o presidente do Senado e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco, anulou a medida e a devolveu ao Executivo. Este ato de impugnação é raro e demonstra a gravidade da situação, já que medidas provisórias são normalmente aprovadas e convertidas em lei posteriormente. 

A decisão de Pacheco foi uma clara mensagem de que a estratégia do governo de resolver o problema fiscal por meio de aumento de receitas estava no limite de sua aceitação. A tentativa desastrosa de implementar a MP de PIS/Cofins destacou a falta de preparação e a imprudência do governo Lula em questões econômicas. A medida provocou uma resposta ruidosa do setor produtivo e do Legislativo, que colocaram em xeque toda a agenda econômica do governo. A rápida rejeição da medida evidenciou a insatisfação generalizada e a necessidade urgente de uma abordagem mais responsável e bem planejada para a economia brasileira.


Especialistas enfatizam que a estratégia do governo de buscar soluções fiscais exclusivamente por meio do aumento de receitas está esgotada. A visão de Viana reflete o sentimento de que medidas improvisadas e sem consideração das consequências econômicas não são mais aceitáveis. A mensagem para o governo é clara: é necessário reavaliar sua abordagem e considerar medidas que promovam a estabilidade e o crescimento sustentável, em vez de recorrer a soluções de curto prazo que podem ter efeitos devastadores. 

A rejeição da MP e a reação negativa subsequente são um forte indicativo de que a agenda arrecadatória do governo Lula, baseada em aumentos de impostos e medidas pouco pensadas, "morreu de morte matada". Este episódio deve servir como um alerta para a administração atual, destacando a importância de políticas econômicas mais sólidas e a necessidade de restaurar a confiança dos investidores e empresários no futuro econômico do Brasil.

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16/06/2024

ESQUENTOU! Algo grande será Mostrado, STF, Brasil, Vidente Cigano Atualiza | 16/06/2024

Desrespeito e Parcialidade: Gilmar Mendes Ataca Sérgio Moro e Deltan Dallagnol com Comentários Inapropriados.

A recente declaração de Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), envolvendo o senador Sérgio Moro e o ex-deputado Deltan Dallagnol, levanta sérias questões sobre a postura que deve ser esperada de um membro da mais alta corte do país. Em um encontro privado, Mendes afirmou que disse a Moro que ele e Dallagnol "roubavam galinhas juntos", referindo-se ao trabalho dos dois na condução da Operação Lava Jato. 

Esta fala, além de ser extremamente desrespeitosa, é totalmente inadequada para alguém em sua posição, especialmente quando se dirige a figuras públicas que já enfrentam um escrutínio significativo. O comentário de Gilmar Mendes não apenas desrespeita os envolvidos, mas também diminui a seriedade dos esforços de combate à corrupção no Brasil. Comparar o trabalho de Moro e Dallagnol na Lava Jato a "roubar galinhas" é uma tentativa de ridicularizar um movimento que trouxe à tona graves irregularidades em esferas elevadas do governo e de grandes empresas. Essa atitude é um desserviço à justiça e mina a confiança pública no sistema jurídico. Além disso, é lamentável que um ministro do STF, que deveria prezar pela dignidade e pela sobriedade, recorra a tais expressões pejorativas.


É importante lembrar que a conduta de Gilmar Mendes, ao fazer essas afirmações, não reflete a ética e o decoro esperados de um membro do STF. A comparação usada por Mendes é grosseira e indigna de alguém em sua posição. Suas palavras parecem mais adequadas a uma discussão de bar do que a uma reunião que envolve questões de alta relevância nacional. A falta de cortesia e a natureza depreciativa de sua fala refletem uma falha grave no comportamento que deveria ser exemplar em todos os aspectos. 

A reação de Moro, negando as acusações e classificando a declaração como uma "brincadeira" fora de contexto, aponta para a necessidade de mais respeito e consideração nas interações entre as instituições e seus representantes. Embora a intenção de Moro possa ter sido de minimizar o impacto da declaração, a verdade é que a fala de Mendes já havia causado danos à imagem pública de todos os envolvidos. Em vez de promover um diálogo construtivo, esse tipo de declaração só serve para aumentar a tensão e a polarização no cenário político e jurídico do país.


Além disso, a implicação de que Sérgio Moro poderia responder criminalmente por calúnia e possivelmente perder seu mandato de senador é preocupante e revela um uso potencialmente desproporcional da justiça para fins políticos. A política de "dois pesos e duas medidas" parece estar em jogo, onde o poder judicial pode ser utilizado como uma ferramenta para desacreditar e enfraquecer adversários políticos. Isso é particularmente perigoso em um sistema democrático, onde a separação dos poderes deve ser preservada e o respeito mútuo entre os diferentes ramos do governo é essencial. 

Por fim, é fundamental que o STF e seus membros mantenham um comportamento que inspire confiança e respeito na sociedade. A justiça deve ser feita de forma imparcial e digna, sem espaço para comentários desnecessários e ofensivos. A sociedade espera que seus líderes, especialmente aqueles que ocupam os mais altos cargos no judiciário, atuem com a integridade e a seriedade que a função exige. As declarações de Gilmar Mendes, infelizmente, deixam a desejar nesse aspecto, e isso é algo que deve ser urgentemente corrigido para garantir a credibilidade e a integridade do sistema judicial brasileiro.

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15/06/2024

C0RT0U EDUCAÇÃO! Quem fez o "L" Sentiu, Vidente Cigano Avisou | 15/06/2024

Descaso com a Educação: Lula Ignora Professores e Impõe Cortes Brutais em Áreas Essenciais.

O atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, parece ter adotado uma postura de completo descaso em relação aos professores brasileiros, tratando a greve atual da categoria como se fosse algo sem sentido. Esse comportamento é ainda mais alarmante quando se observa o contexto de cortes orçamentários que seu governo implementou, totalizando R$ 5,7 bilhões em áreas cruciais. O corte afetou programas essenciais como o Farmácia Popular, o Auxílio Gás e até investimentos no ensino integral, que é uma das principais reivindicações dos professores em greve. 

Enquanto isso, o governo aumentou os gastos com a Previdência em R$ 13 bilhões, destacando uma clara priorização de um setor em detrimento de outro. Essa postura negligente do governo federal em relação à educação é um golpe duro para os profissionais da área, que já enfrentam uma série de desafios, incluindo baixos salários, falta de recursos e condições de trabalho precárias. É ultrajante que, enquanto os professores lutam por melhores condições e valorização profissional, o governo esteja reduzindo os investimentos exatamente nos programas que poderiam beneficiar a educação e, por consequência, a sociedade como um todo.


A atitude de Lula de minimizar a importância da greve dos professores não só é um desrespeito à classe, mas também ignora a gravidade da situação. Ao tratar a greve como algo trivial, o presidente envia uma mensagem clara de que não está disposto a dialogar ou a buscar soluções para os problemas enfrentados pelos educadores. Esse desdém é inaceitável e mostra uma desconexão profunda entre o governo e uma das classes mais fundamentais para o desenvolvimento do país. 

Além disso, a decisão de cortar recursos de programas que impactam diretamente a população mais vulnerável, como o Farmácia Popular e o Auxílio Gás, revela uma falta de compromisso com as necessidades básicas dos brasileiros. Esses cortes, somados à negligência em relação à educação, pintam um quadro de um governo que não prioriza a justiça social e a equidade. É paradoxal que, ao mesmo tempo, o governo aumente significativamente os gastos com a Previdência, evidenciando uma gestão desequilibrada e desatenta às reais necessidades do país.


A justificativa do Ministério do Planejamento de que os cortes não comprometem políticas públicas ou atividades é contestada por diversos órgãos e especialistas, que alertam para os impactos negativos dessas medidas. A retirada de verbas de setores essenciais afeta diretamente a qualidade de vida da população e a eficácia dos serviços públicos. É urgente que o governo reveja essas políticas e adote uma postura mais responsável e sensível às necessidades dos professores e da população em geral. Em suma, o governo de Lula está, claramente, falhando em priorizar a educação e as necessidades dos brasileiros mais vulneráveis. A indiferença em relação à greve dos professores e os cortes em áreas essenciais são indicativos de uma gestão que carece de compromisso com o futuro do país. É imperativo que o presidente reavalie suas prioridades e demonstre um verdadeiro compromisso com a valorização da educação e o bem-estar de todos os brasileiros.

No vídeo a seguir o Vidente Cigano Iago do oriente fala sobre seu acerto na previsão da eleição na Europa.

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14/06/2024

SE PREPARE! DIREITA NO MUNDO VAI VOLTAR | VIDENTE CIGANO ARREPIA | 14/06/2024

Macron Mostra Fraqueza ao Dissolver Assembleia Nacional Após Derrota para a Direita.

O presidente francês Emmanuel Macron, em um gesto que parece mais uma manobra de desespero do que uma decisão estratégica, decidiu dissolver a Assembleia Nacional e convocar eleições antecipadas após uma significativa derrota para a extrema direita nas eleições para o Parlamento Europeu. A vitória de Jordan Bardella e do partido Rassemblement National (RN), com quase um terço dos votos, deixou claro que Macron perdeu o controle político e o apoio popular, expondo a fragilidade de seu governo. A decisão de Macron de dissolver a Assembleia Nacional não só reflete sua incapacidade de lidar com a oposição crescente, mas também evidencia uma tentativa de contornar a derrota humilhante e evitar um confronto direto com os desafios que seu governo enfrenta. Ao invés de enfrentar as críticas e buscar soluções para os problemas que afligem a França, o presidente escolheu uma saída que parece mais uma fuga covarde do que uma ação decisiva.


A dissolução da Assembleia Nacional após uma derrota eleitoral significativa é um movimento que subverte a vontade popular expressa nas urnas e mostra um desrespeito pela democracia. Em vez de aceitar a mensagem clara de descontentamento enviada pelo eleitorado, Macron opta por rearranjar o tabuleiro político, na esperança de conseguir uma vantagem que perdeu devido à sua própria incompetência administrativa e falta de conexão com as necessidades dos cidadãos. Além disso, ao dissolver a Assembleia, Macron ignora a oportunidade de dialogar com os opositores e de construir um consenso que poderia fortalecer a governabilidade e a estabilidade política na França. A decisão de convocar novas eleições legislativas é um reflexo de sua incapacidade de aceitar críticas construtivas e de adaptar suas políticas para melhor refletir a vontade do povo francês. Em vez disso, ele prefere manipular o sistema em seu favor, uma tática que pode ser vista como uma tentativa desesperada de manter o poder.


A dissolução da Assembleia também ressalta a falta de liderança e visão de Macron em um momento em que a França enfrenta desafios significativos, tanto internamente quanto no cenário europeu. A decisão abrupta de antecipar as eleições cria mais incertezas e instabilidade, ao invés de oferecer soluções concretas para os problemas econômicos e sociais que afetam o país. É uma jogada arriscada que pode acabar prejudicando ainda mais a já abalada confiança no governo. Em resumo, a decisão de Macron de dissolver a Assembleia Nacional e antecipar as eleições é um reflexo claro de sua incapacidade de governar efetivamente e de responder aos desafios com a seriedade e a responsabilidade que a situação exige. Ao invés de fortalecer a democracia, ele opta por enfraquecê-la, expondo a França a mais instabilidade e incerteza em um momento crítico. É um ato que merece ser criticado e que levanta sérias dúvidas sobre a capacidade de liderança do presidente francês.

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13/06/2024

ALGO GRANDE NO STF! O Brasil precisa se preparar, Vidente Cigano Afirma | 13/06/2024

Mais uma vez suprema corte se coloca acima dos outros poderes. STF Interfere em Autonomia Estadual e Exige Explicações de Tarcísio sobre Escolas Cívico-Militares.

A recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de exigir que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, explique o projeto das escolas cívico-militares é mais um exemplo preocupante da ingerência de um poder sobre outro, o que coloca em xeque a harmonia necessária entre os Três Poderes. 

O STF, ao dar um prazo de dez dias para Tarcísio fornecer explicações detalhadas sobre a iniciativa, parece estar mais interessado em questionar e interferir nas políticas estaduais do que em assegurar a independência e o funcionamento adequado das diferentes esferas do governo. O Psol questionou a constitucionalidade da proposta, alegando que poderia comprometer o sistema público de educação e desvalorizar os profissionais da área. No entanto, o governo estadual argumenta que a adesão ao modelo cívico-militar será totalmente voluntária, sugerindo que a decisão cabe às escolas e às comunidades envolvidas. Essa resposta deveria ser suficiente para tranquilizar os críticos, mas o STF opta por intervir, o que pode ser visto como uma tentativa de minar a autoridade estadual em questões locais.


A justificativa do STF de que o projeto poderia militarizar o ambiente escolar e criar disparidades salariais entre militares e professores é um argumento frágil e carece de base concreta. A função do Judiciário não deveria ser a de antecipar juízos de valor sobre políticas públicas ainda em fase de implementação, especialmente quando essas políticas são parte de um esforço para melhorar a segurança e a disciplina nas escolas, algo que muitos pais e educadores consideram necessário. É importante lembrar que o equilíbrio entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário é fundamental para a democracia. O STF, ao exigir explicações de Tarcísio, extrapola suas funções e desrespeita a autonomia do governo estadual para implementar políticas de acordo com as necessidades e os desejos de sua população. Esta situação exemplifica uma clara interferência que, além de gerar instabilidade política, cria um precedente perigoso para a governança democrática.


As críticas ao projeto das escolas cívico-militares, muitas vezes baseadas em preconceitos ideológicos, não justificam a intervenção judicial. O foco deveria estar em avaliar os resultados concretos dessas escolas, que têm o potencial de oferecer um ambiente educacional mais seguro e estruturado. Em vez disso, o STF parece estar mais preocupado em exercer uma vigilância excessiva sobre iniciativas que não são de sua competência direta. A harmonia entre os poderes é essencial para o bom funcionamento do Estado e para a confiança da população em suas instituições. O STF, ao exigir explicações de um governador sobre um projeto de política pública, está infringindo essa harmonia e enfraquecendo a autonomia necessária para a gestão eficaz das diversas esferas de governo. É crucial que cada poder respeite os limites de sua atuação e trabalhe em conjunto para o benefício da sociedade, sem interferir indevidamente nas competências alheias.

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12/06/2024

VlTÓRlA ANUNCIADA! Surpreendente, Vidente Cigano Tinha Razão | 12/06/2024

A Impressionante Previsão de Cigano Iago: A Vitória de Giorgia Meloni e a Ascensão do Irmãos da Itália.

O vidente Cigano Iago, conhecido por suas previsões assertivas e seu profundo conhecimento espiritual, ganhou destaque ao prever a vitória de Giorgia Meloni e seu partido conservador, Irmãos da Itália, nas recentes eleições para o Parlamento Europeu. Essa previsão, feita meses antes do pleito, confirmou a habilidade impressionante de Iago em captar energias e tendências que muitas vezes escapam aos analistas políticos tradicionais. 

O sucesso de Meloni e seu partido, com uma impressionante marca de 28,8% dos votos, é uma prova de que o Cigano Iago possui uma conexão única com as forças do destino. Desde que fez sua previsão, Iago tem sido aclamado por seguidores e admiradores que veem nele não apenas um vidente, mas um guia espiritual capaz de oferecer insights valiosos em momentos críticos. Ele previu que a vitória de Meloni fortaleceria não apenas sua posição na Itália, mas também a consolidaria como uma figura influente no cenário europeu, algo que se concretizou de forma incontestável. O Irmãos da Itália, sob a liderança de Meloni, superou todas as expectativas e solidificou seu poder, refletindo a precisão das palavras de Iago.


A visão de Cigano Iago sobre a ascensão de Meloni foi vista inicialmente com ceticismo por muitos, especialmente considerando a natureza competitiva e imprevisível da política europeia. No entanto, sua previsão se destacou por sua clareza e detalhe, mencionando não apenas a vitória de Meloni, mas também a consolidação de uma coalizão governista forte. O desempenho de Meloni, que fez seu partido crescer de forma significativa em comparação com as últimas eleições, é um testemunho da acuracidade das previsões de Iago. 

Cigano Iago não apenas previu a vitória, mas também destacou a importância de Meloni no cenário internacional, algo que ficou evidente quando ela se pronunciou sobre o papel crucial da Itália na União Europeia. Meloni destacou a necessidade de uma Europa mais conectada com seus cidadãos, uma visão que Iago já havia antecipado em suas previsões. Sua capacidade de prever não apenas os resultados eleitorais, mas também os impactos políticos subsequentes, é um indicativo de sua profunda compreensão das dinâmicas espirituais e políticas.


A precisão das previsões de Cigano Iago não apenas eleva seu status como vidente, mas também demonstra a relevância de seu trabalho em momentos de grandes mudanças. A vitória de Meloni, que ele havia antecipado, mostrou que, em tempos de incerteza, a sabedoria e a visão espiritual podem oferecer uma clareza que os métodos convencionais muitas vezes falham em proporcionar. 

O sucesso de Meloni e seu partido reforça a confiança que muitos depositam em Iago como uma fonte confiável de orientação e insight. Em um mundo onde as previsões políticas são frequentemente incertas, a assertividade de Cigano Iago ao prever a vitória de Giorgia Meloni é um lembrete poderoso da força e relevância de sua prática. Seu trabalho continua a inspirar e guiar aqueles que buscam entender melhor os complexos caminhos do destino, reafirmando sua posição como um dos videntes mais respeitados e precisos da atualidade. A vitória de Meloni é apenas mais uma prova de que as previsões de Iago não são meras coincidências, mas um reflexo de uma profunda conexão com as forças que moldam nosso mundo.

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11/06/2024

B0MBA! Foi Descoberto, BUROCRAClA no RS, Vidente Cigano Gritou | 11/06/2024

Impasses Burocráticos Atrasam Ajuda ao Rio Grande do Sul em Crise de Abastecimento de Arroz.

A recente decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) de autorizar a realização do leilão de arroz importado, após ter sido inicialmente barrado pela Justiça Federal em Porto Alegre, revela a complexidade e a lentidão na resposta às necessidades urgentes do Rio Grande do Sul. O estado, que é responsável por 70% da produção nacional de arroz, sofreu severamente com enchentes, resultando em um aumento de 40% no preço do grão. 

A demora judicial não só complicou a situação, mas também mostrou um despreparo preocupante das autoridades em lidar com emergências agrícolas. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) conseguiu adquirir 263,3 mil toneladas de arroz importado, quando o objetivo inicial era alcançar 300 mil toneladas. Essa compra foi fundamental para tentar conter os preços inflacionados e garantir que o arroz possa ser vendido a um preço mais acessível, especificamente R$ 4 por quilo. No entanto, a burocracia e a judicialização do processo atrasaram uma resposta que deveria ter sido imediata para mitigar a crise.


O fato de que foi necessário um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) para desbloquear o leilão é uma clara indicação de que as medidas de emergência não estão funcionando com a rapidez e eficiência necessárias. Enquanto o sistema judicial deliberava, os produtores e consumidores do Rio Grande do Sul enfrentavam uma crescente insegurança alimentar, demonstrando a desconexão entre a urgência do problema e a lentidão das soluções oferecidas. Além disso, o destino do arroz comprado no leilão - voltado para pequenos varejistas, mercados locais e estabelecimentos em regiões metropolitanas - deve ser cuidadosamente monitorado para garantir que realmente atenda à população afetada pela alta dos preços e pela escassez. A eficácia da distribuição é tão crucial quanto a própria aquisição, e qualquer falha nesse processo significará um desperdício dos esforços e recursos já investidos.


A crise no Rio Grande do Sul evidencia a necessidade de uma revisão nas políticas e procedimentos de resposta a desastres agrícolas. As autoridades devem aprender com essa situação e criar mecanismos mais rápidos e menos burocráticos para lidar com futuras emergências. Não é aceitável que decisões que impactam diretamente a segurança alimentar de milhões de brasileiros fiquem presas em intermináveis processos judiciais e administrativos. Em suma, a aquisição de arroz importado foi uma medida necessária e urgente, mas a dificuldade em realizar o leilão expôs falhas significativas no sistema de resposta a crises do governo. É imperativo que se desenvolvam estratégias mais eficientes para evitar que tais obstáculos prejudiquem ainda mais a população em momentos de necessidade. O caso do Rio Grande do Sul deve servir de lição para garantir que, no futuro, a assistência chegue sem os entraves burocráticos que hoje se mostraram tão prejudiciais.
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10/06/2024

G0VERN0 FALH0U! Queimadas 980% PlOR, Vidente Cigano Avisou | 10/06/2024

Governo Falha em Promessas e Pantanal Enfrenta Aumento de Queimadas de 980%.

O Pantanal, uma das maiores reservas de biodiversidade do planeta, vive um cenário alarmante que deveria ter sido evitado. As queimadas no Pantanal aumentaram em impressionantes 980% em relação ao mesmo período do ano passado, com mais de mil focos de incêndio nos primeiros meses de 2024. 

Esses dados são do Programa de BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Essa tragédia ambiental coloca em risco não apenas a rica fauna e flora da região, mas também a estabilidade climática e hídrica que depende desse bioma único. O governo atual, que prometeu uma mudança significativa e uma resposta robusta a esses desafios ambientais, parece ter abandonado suas promessas, deixando o Pantanal à mercê das chamas. As queimadas, muitas vezes resultado de ações humanas irresponsáveis, como o descarte inadequado de bitucas de cigarro ou práticas ilegais de limpeza de pastagens, continuam a devastar vastas áreas do Pantanal.


Essa negligência por parte das autoridades é um claro sinal de falta de compromisso com a preservação ambiental. Enquanto a destruição se espalha, a resposta do governo tem sido lenta e insuficiente. Promessas de políticas ambientais mais rigorosas e de proteção ao Pantanal feitas durante a campanha eleitoral agora parecem vazias e sem substância. 

O Pantanal é crucial não apenas para o equilíbrio ecológico do Brasil, mas também para a saúde climática global. Suas cheias e secas sazonais funcionam como um sistema natural de regulação de água, essencial para prevenir inundações e fornecer recursos hídricos durante períodos de seca. A destruição contínua deste bioma por queimadas coloca em risco essa função vital, ameaçando não só a biodiversidade local, mas também a vida de comunidades que dependem de seus recursos naturais. 

A falta de ação do governo é, portanto, não apenas uma falha local, mas uma contribuição significativa para os problemas ambientais globais. Além dos impactos ecológicos, o descaso com o Pantanal também tem consequências econômicas graves. O desmatamento e as queimadas reduzem a atratividade turística da região, que é famosa por seu ecoturismo. Isso, por sua vez, afeta a economia local, que depende em grande parte das receitas geradas pelo turismo sustentável.


A pesca, uma atividade vital para muitas comunidades ribeirinhas, também é severamente impactada, já que os incêndios destroem habitats aquáticos essenciais. O governo, ao ignorar essa crise, mostra um desrespeito flagrante pelo futuro econômico e ambiental dessas comunidades. A responsabilidade de proteger o Pantanal é coletiva, mas a liderança do governo é crucial. As autoridades não apenas falharam em prevenir essas queimadas devastadoras, mas também não conseguiram responder de forma eficaz à crise. As promessas de mudança e de políticas ambientais mais rigorosas se mostraram apenas palavras vazias, enquanto o Pantanal continua a arder. 

A inação e a falta de medidas concretas demonstram uma falta de compromisso alarmante com a proteção do meio ambiente e com as gerações futuras que dependerão desse bioma para sua sobrevivência. Em última análise, a situação do Pantanal é um reflexo da hipocrisia do governo atual, que fala em proteger o meio ambiente, mas na prática permite que um dos ecossistemas mais importantes do mundo seja destruído por negligência e falta de ação. A urgência em abordar e mitigar as causas das queimadas não pode ser subestimada, e é vital que se implemente uma estratégia eficaz de preservação para garantir que o Pantanal e seus inestimáveis recursos naturais sejam preservados para as gerações futuras. O governo precisa abandonar as promessas vazias e agir imediatamente para salvar o Pantanal antes que seja tarde demais.

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08/06/2024

PRlSÃO DE 206 BRASlL! Algo Grande Anunciado, Vidente Cigano Gritou | 07/06/2024

Perseguição Judicial: STF Ordena Prisão de 206 Envolvidos nos Atos de 8 de Janeiro.

A perseguição promovida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra os envolvidos nos atos de 8 de janeiro é um exemplo alarmante do uso excessivo de poder judiciário. A ordem de prisão de 206 pessoas, com base em alegações de descumprimento de medidas cautelares, demonstra uma tendência preocupante de repressão. A Operação Lesa Pátria, agora em sua 27ª fase, continua a visar indivíduos que participaram das manifestações, com 45 já capturados. 

Os mandados de prisão, determinados pelo ministro Alexandre de Moraes, parecem mais uma caça às bruxas do que uma busca por justiça. Essas ações foram desencadeadas sob a justificativa de que os acusados não cumpriram medidas cautelares, como a violação de tornozeleiras de monitoramento e fuga do país. No entanto, a maneira implacável e abrangente com que essas prisões estão sendo realizadas levanta sérias questões sobre o respeito aos direitos individuais e ao devido processo legal.


A operação se estende por 18 estados, mostrando uma coordenação massiva e uma força de execução que é rara de se ver, mesmo em casos de crimes de alta gravidade. A invasão e depredação das sedes dos Três Poderes em Brasília foram, sem dúvida, atos condenáveis. No entanto, a reação do STF, que resulta em uma vasta operação de prisão, parece desproporcional e motivada por um desejo de exemplificação punitiva. 

A perseguição contínua dos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro vai além da busca por justiça e começa a parecer uma estratégia para silenciar qualquer forma de dissidência. As medidas extremas tomadas pela Polícia Federal sob ordens do STF são preocupantes, especialmente quando envolvem um número tão grande de mandados de prisão. A operação visa responsabilizar desde os populares até as autoridades omissas e os financiadores, ampliando o escopo de quem pode ser alvo dessa repressão.


Essa série de ações por parte do STF tem o potencial de criar um clima de medo e desconfiança, não apenas entre os acusados, mas também entre a população em geral. O uso de tais táticas severas pode ser visto como um aviso para aqueles que ousam desafiar o status quo. 

Em uma democracia, é vital que os direitos individuais sejam protegidos e que o devido processo legal seja respeitado, independentemente das circunstâncias. Em última análise, a perseguição promovida pelo STF contra os envolvidos nos atos de 8 de janeiro representa uma erosão preocupante dos princípios democráticos e do estado de direito. A justiça não deve ser usada como uma ferramenta de vingança política, e as ações do STF nesta operação podem ter consequências duradouras para a confiança pública nas instituições judiciárias do Brasil.

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