Vidente Cigano Iago Do Oriente alerta: Preparasse! Maria Corina Machado se alinha ao Vaticano e aos Estados Unidos da América.
No campo internacional, Cigano Iago afirma que a Venezuela deixaria de existir como República Bolivariana e passaria por uma intervenção direta dos Estados Unidos, tornando-se o centro estratégico de um novo rearranjo geopolítico nas Américas. Segundo ele, esse processo contaria com o apoio decisivo da Igreja Católica, do Vaticano e de lideranças religiosas globais. Dentro dessa lógica, Maria Corina Machado seria conduzida à presidência venezuelana por estar alinhada tanto com Donald Trump quanto com o Papa, o que revelaria, em sua visão, uma convergência entre poder político, religioso e econômico.
Ao abordar o Brasil, o vidente sustenta que Jair Bolsonaro só retornaria à presidência por meio de um “milagre”, alegando que sua derrota teria ocorrido por falta de apoio militar, domínio da mídia e controle dos sistemas eleitorais. Ele descreve o país como vivendo um “estado de exceção”, mas afirma que o foco principal do momento estaria fora do Brasil, especialmente na Venezuela, que serviria como base para a expansão de um novo projeto continental liderado pelos Estados Unidos.
Um dos pontos centrais do discurso é a ideia de criação de uma “União Americana”, nos moldes da União Europeia, com a adoção do dólar como moeda única em todo o continente. Cigano Iago argumenta que a América seria autossuficiente em recursos naturais e, por isso, não dependeria de outros continentes. Essa proposta é apresentada como parte de uma doutrina inspirada na chamada Doutrina Monroe, reinterpretada por ele como um projeto de soberania continental sob liderança norte-americana. Em certa parte da live, o discurso se desloca para temas sociais e identitários.
Na fala do Vidente Cigano Iago Maria Corina Machado vai ser a principal liderança da mudança política na Venezuela, apontando-a como futura presidenta do país. Segundo o discurso, ela estaria articulada com grandes forças internacionais, especialmente os Estados Unidos e o Vaticano, que já teriam firmado acordos e oferecido apoio político para a queda do regime chavista. Essa parceria é descrita como estratégica e decisiva, conferindo legitimidade internacional à liderança de Maria Corina e sinalizando um processo de reconstrução da Venezuela, com apoio externo e reinserção do país no cenário político e econômico global.
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